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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Crise no Axé pode fazer Bell Marques retornar ao Chiclete com Banana

Vivendo a maior crise de sua história, com venda de abadás para blocos emperradas por conta dos altos preços e baixíssima procura, o Carnaval de Salvador já começa a ser discutido pelos organizadores a fim de “estancar o sangramento” para 2016, enquanto os artistas estão tentando formas diferentes de lidar com a crise. Um dos protagonistas continua sendo Bell Marques, que ano passado deixou a banda Chiclete com Banana e anunciou carreira solo. Com o “Camaleão”, bloco pelo qual desfila e cujo passaporte para um dia pode chegar a quase mil reais, sem conseguir vender abadás – informações de bastidores apontam que menos de 20% de toda a carga colocada à venda foi comercializada até o momento –, Bell Marques pode voltar ao Chiclete em 2016, segundo comentários que circulam na “rádio corredor” da imprensa baiana. A notícia chega no momento em que a própria banda, que atualmente tem Rafa Chaves como vocalista, também enfrenta uma crise sem precedentes. O Nana Banana não estaria conseguindo vender abadás e, caso a situação não mude até o dia 12 de fevereiro, pode sair na avenida com poucos foliões neste ano. Alguns cantores já se movimentaram para ter seus blocos cheios. É o caso de Pipo e Rafa, filhos de Bell Marques, com a banda Oito7Nove4. Eles fizeram uma promoção na qual os ingressos para os dois dias de bloco, mais uma festa intitulada Camarim87, além de outra chamada Bonfim de Todos os Santos – na qual Bell cantou – saíram por 160 reais. 


E não são só os herdeiros de Bell que fazem promoções. Durval Lelys, que sempre se notabilizou por preços altos de seus blocos e grande procura, neste ano está vendendo o desfile da quinta-feira, pelo Cocobambu, por R$ 250.

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