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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Wagner acha que só após 15 dias para medir o "efeito Campos"

O governador Jaques Wagner avaliou como "precipitada" a sondagem nesse momento do impacto da morte de Eduardo Campos para as campanhas à presidência e governo do estado. "Qualquer avaliação agora, a taxa de erro é muito alta. É como jogo de futebol: o jogador toma pancada e só quando chega em casa é que vai sentir, pois o corpo esfria", declarou pouco antes de participar dos 50 anos de fundação da União dos Municípios da Bahia (UPB), no início da noite de segunda-feira, 18. Ele admitiu ser natural que a candidata Lídice da Mata (PSB) ao governo baiano ganhe pontos com a confirmação da candidatura de Marina Silva pelo PSB à presidência. "Ela, quando foi candidata em 2010, tinha aqui na Bahia 15,5%, e Eduardo (Campos) no momento estava em torno de 5%, 6,5%.Óbvio que, como quem puxa a chapa está numa posição melhor, até provem o contrário isso ajuda a chapa que segue com a (candidata) a presidente. Nesse aspecto, a tendência seria uma melhora do desempenho (de Lídice)". Wagner repetiu achar muito cedo para uma avaliação "no calor dos eventos". Isso teria uma tendência a erro muito grande. "Creio que é melhor aguardarmos dez, quinze dias, para tomarmos um pulso com mais segurança, até porque hoje começa o horário eleitoral". (ATarde)

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