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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Após 1 ano, polícia faz sigilo e chega a nova hipótese para morte de Daleste

Apesar de ter sido testemunhado por milhares de pessoas e registrado em vídeos por diversos ângulos, o assassinato do músico Daniel Pellegrine, o MC Daleste, completa um ano neste domingo (6) sem que o autor tenha sido descoberto. A Polícia Civil decretou sigilo do caso nesta semana porque, segundo a advogada da família do funkeiro, Patrícia Vega, houve uma reviravolta no caso e uma nova hipótese para o homicídio começou a ser apurada. 

A família planeja escrever um livro com a biografia e material inédito do músico. Sem revelar detalhes, para preservar a investigação e respeitar o sigilo decretado pela Polícia Civil, a advogada afirma que está confiante e que prevê uma conclusão “surpreendente” muito em breve para o inquérito que, desde abril, foi transferido do Setor de Homicídios de Campinas para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na capital paulista. Daleste foi atingido por dois tiros, um de raspão na axila direita e um fatal no abdômen, enquanto fazia um show em uma quermesse no bairro San Martin, em Campinas, para pelo menos três mil pessoas. 

O músico foi socorrido, ainda consciente, pelos próprios amigos, mas não resistiu à perda de sangue e morreu no Hospital Municipal de Paulínia. “Ele não estava sendo ameaçado. Isso está descartado porque ele estava consciente dentro do carro no momento em que os amigos o levavam para o hospital. 

Se ele suspeitasse de qualquer pessoa, teria falado, mas ele estava tranquilo, fez brincadeiras até pedindo para tirarem fotos dele ferido”, lembra a representante da família. A Polícia Civil informou, por meio da assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, que não vai comentar o caso por conta do sigilo policial.

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